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segunda-feira, 20 de maio de 2013

Ser/ Não-Ser


O
utra coisa sobre a qual escreverei um pouco é a questão do Ser e do Não-Ser. Como? Tentarei afinal um curso de Filosofia me servirá!

Alguns filósofos, principalmente o pré-socrático Parmênides, erradicou das suas obras escritas, a validade ou a existência do não-ser. Sequer era pensável, pois se fosse passaria a ser! Bem, eu não sei na época deles, por volta do século V a. C., mas na nossa a negação do não-ser não é correta e saudável... Não do ponto de vista de o não-ser existir concretamente, mas no mínimo, como um agente causador e condicionador de certas situações extremamente ruins para o ser humano! Vejamos: hoje o não-ser (a partir daqui entendido como o Nada) é muito presente, condicionador e “proporcionador” de dores de cabeça na vida de muitas pessoas! Nos dias de hoje “ter o nada” significa ter preocupações, sofrimentos, separações, abandonos, violências... Isso é o de menos, pior é quando a pessoa “detentora do nada” busca o algo ou o tudo de forma incorreta, por não ter outras opções! Esta pessoa quer se livrar do nada para ter, ao menos, algo, então, sem alternativas sadias, pois o Estado não as oferece, ela vai praticar coisas erradas, como: roubos, todos os tipos de violências, mortes, delitos etc. Torna-se deturpada e deturpadora!
      E preste atenção porque o nada está cada vez mais presente, ativo, concreto... na vida das pessoas.
 
JalonNunes.

segunda-feira, 6 de maio de 2013

"Relações Sociais"


O
pa! Já entrei, na postagem anterior, no assunto sobre política; que feio! Vamos mudar de assunto. Em se tratando da pobre individualidade de cada um, gostaria de falar algo...

Sociólogos como Émille Durkheim destacaram, destrincharam e mostraram sobre esta questão da individualidade numa sociedade. Para ele cada pessoa ativa é um individuo formador do todo. Esta ideia também é encontrada em F. Hegel e alguns outros.

Bem, do meu ponto de vista não somos indivíduos apenas ativos, porém coagidos por tudo e por todos! Hoje em dia somos marionetes de um grande teatro, formado por uma massa de pessoas“incríveis”, ricas e “sábias”, além de sugadoras e alienadoras, que nos comandam... Somos também partes minúsculas de um grande império de tiranos que não querem o crescimento de todos, mas somente de alguns! E estamos assim, para todos os lados que nos viramos somos cutucados e avisados: - êpa, não é por aí! Ah, que saudades dos tempos primitivos!

Falando-se em primitivo vem logo em mente a ideia de como seria a vida d'um humano, no mundo de hoje, estando ele num campo totalmente inabitado por outras pessoas e isolado da civilização... Mas, nem num lugar assim, onde só existiriam animais e plantas, seríamos indivíduos livres, imagine numa sociedade civilizada ou pré-civilizada, com as cobranças e afazeres, falta de privacidade e naturalismo, espontaneidade, etc.! No cenário atual as pessoas são bem mais cobradas e a vida tornou-se reflexo de outras vidas, de outros costumes que às vezes, não representam nem retratam as características 'endógenas'! Mas, mesmo você morando assim, num lugar fora do campo urbano é obrigado a respeitar certas regras. Se não quiser segui-las terá que criar formas eficazes de defesas ou forjar uma superioridade quanto ao natural, o que eu acho muito difícil! Não acredita? Então mexe numa colmeia!


JaloNunes