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segunda-feira, 6 de maio de 2013

"Relações Sociais"


O
pa! Já entrei, na postagem anterior, no assunto sobre política; que feio! Vamos mudar de assunto. Em se tratando da pobre individualidade de cada um, gostaria de falar algo...

Sociólogos como Émille Durkheim destacaram, destrincharam e mostraram sobre esta questão da individualidade numa sociedade. Para ele cada pessoa ativa é um individuo formador do todo. Esta ideia também é encontrada em F. Hegel e alguns outros.

Bem, do meu ponto de vista não somos indivíduos apenas ativos, porém coagidos por tudo e por todos! Hoje em dia somos marionetes de um grande teatro, formado por uma massa de pessoas“incríveis”, ricas e “sábias”, além de sugadoras e alienadoras, que nos comandam... Somos também partes minúsculas de um grande império de tiranos que não querem o crescimento de todos, mas somente de alguns! E estamos assim, para todos os lados que nos viramos somos cutucados e avisados: - êpa, não é por aí! Ah, que saudades dos tempos primitivos!

Falando-se em primitivo vem logo em mente a ideia de como seria a vida d'um humano, no mundo de hoje, estando ele num campo totalmente inabitado por outras pessoas e isolado da civilização... Mas, nem num lugar assim, onde só existiriam animais e plantas, seríamos indivíduos livres, imagine numa sociedade civilizada ou pré-civilizada, com as cobranças e afazeres, falta de privacidade e naturalismo, espontaneidade, etc.! No cenário atual as pessoas são bem mais cobradas e a vida tornou-se reflexo de outras vidas, de outros costumes que às vezes, não representam nem retratam as características 'endógenas'! Mas, mesmo você morando assim, num lugar fora do campo urbano é obrigado a respeitar certas regras. Se não quiser segui-las terá que criar formas eficazes de defesas ou forjar uma superioridade quanto ao natural, o que eu acho muito difícil! Não acredita? Então mexe numa colmeia!


JaloNunes

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