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domingo, 27 de outubro de 2013

Realidade social



A
 possibilidade de sair da mesmice do cotidiano que afeta a milhões de pessoas, às vezes, nos faz custar muito caro, pois aqueles que não adentram numa situação um pouco mais destacável, acabam por querer podar a nossa possível vitória... Acontece como um mal que se impregna no espírito daqueles que, de maneira popular, eu poderia chamá-los de invejosos. Eles se enchem de uma maleficidade que chega a assustar: no mundo de hoje, mais do que nunca, não se tem a certeza de qual seja a melhor maneira de sobreviver, ou melhor, de conviver em meio às realidades dos outros que compõem a realidade social, como um todo. Quero dizer o seguinte: é tão difícil viver como mendigo, quanto viver como alguém que tem condições de se manter de forma boa, sossegada, tranquila, sem sufocações, principalmente as econômicas. Isto numa perspectiva de ter a certeza ou não de que o outro – o semelhante – não estará a traçar seu destino no sentido de aniquilar seu sossego e, mais que isso, ceifar a sua vida[1]!

JaloNunes.

[1] Aconteceu algo parecido comigo, por este tempo: tendo, portanto, o advento do novo vestibular, seria necessário o “recrutamento” de alunos para que fizessem parte do grupo dos responsáveis pela inscrição dos novos vestibulandos (tais fiscais e aplicadores, por exemplo). Pois bem, dentre os 40 alunos eu fui um dos 3 escolhidos e dentre os homens eu fui simplesmente o 1º. O critério utilizado foi: Notas altas, aptidão para a informática e carisma. Mas, já no dia seguinte, os “suplentes” começaram a agourar minha conquista, alguns chegaram até a sugerir que eu desistisse, enquanto eu já havia pedido dispensa do trabalho para realizar tal tarefa, isto é, queria retribuir com bastante empenho a confiança que me foi depositada pela instituição que participava. Entretanto, os “meus amigos” de classe foram mais fortes que eu na torcida negativa, invejosa, nefasta, agourenta, “urubuzenta” mesmo, e, o professor alegou que eu estava descartado, pois um dos requisitos para participar destas “armações” era não estar trabalhando. Equívoco dele, uma vez que, exceto o que me substituiu, todos os demais trabalhavam. Estranho para um professor (educador, formador de opinião), cair num argumento inválido (ainda sendo professor de lógica)! Estranho para futuros profissionais, pensamentos e comportamentos tão mesquinhos, individualistas, egocêntricos e medíocres. Mas, como foi bom descrever este acontecido...

terça-feira, 22 de outubro de 2013

O dia da Morte



À
s vezes, a vida nos prega algumas peças que nos fazem refletir sobre a morte. Seria mesmo uma fase já predestinada pelo Criador e que, não importa o que se faça só morreremos quando chegar o dia? Ou, mesmo com esta ideia já impregnada em nossa mente poderemos nos livrar dela e imaginar a vida como uma continuação que depende mais de nós do que mesmo Daquele que nos “sustenta”?
Diante destes questionamentos nos resta exemplificar certos casos, que nos fazem refletir sobre este assunto. Imaginemos (suponhamos) uma pessoa com aproximadamente 48 anos de idade, uma mulher e que, diante de uma balança treme por estar acima do peso. Esta é influenciada por todos os campos da sociedade, desde seu parente, passando por seu vizinho, se estendendo pela cidade e assim sucessivamente até um conceito geral e global, que a induz a buscar uma forma de manequim de mulher (para substituir sua estrutura "adquirida"), mais que isso, de mulher brasileira, de corpo bonito, saudável e que acompanhe as tendências do mercado, da moda ou mesmo daquele mercado de modo geral que nos oferece de tudo e também nos arranca tudo, até a vitalidade espontânea!
Bem, esta mulher talvez não tenha parado para pensar até quando viveria...
Uma opção ótima oferecida pela medicina para ajudar uma pessoa a emagrecer, para ficar em forma ou de bem com a saúde e a auto-estima é a redução de estômago, dentre outros meios e formas de dietas alimentares...
Sem pensar muito essa mulher resolve se submeter a esta operação, pois ela tem condições de custear tal procedimento, trata-se de uma pessoa bastante ligada a um grupo político, diga-se de passagem, poderoso. Então, tudo é efetivado e o médico recomenda com extrema responsabilidade que ela terá que fazer uma dieta muito forte e rigorosa, pois, evidentemente seu estômago passará a ser reduzido através de uma cirurgia. Além disso, é preciso que ela tenha bastante cuidado, responsabilidade e consciência, uma vez que, seu estômago terá uma parte suprimida, mas sua mente, isto é, a ânsia de comer e os hábitos alimentares permaneceriam os mesmos...
Ninguém saberá dizer até quando ela viveria, se mantendo acima do peso, como normalmente o era! Os médicos, evidentemente diriam que sua vida seria mais curta, por estar acima do peso, o que acarretaria várias doenças. Como assim? Se entendemos que Deus já predestinaria uma pessoa a viver certos anos, qualquer que fosse seu peso seria fator irrelevante e essa pessoa viveria, bem ou mal até chegar tal dia! Mas, por outro lado, os médicos diriam que se ela emagrecesse, fosse por meio de um regime ou de uma cirurgia, ela teria uma vida mais longa e saudável. Porém, como explicar isso, se o dia da morte já está marcado e “carimbado”?
Mas a tal mulher fez, de fato, a cirurgia e, infelizmente não cumpriu a risca as ordens em relação à alimentação moderada e controlada para não haver grandes danos, pós-operatórios. Certo dia, cerca de 18 meses depois da operação ela teve uma reação muito forte, por ter exagerado na alimentação. Aquele estômago reduzido e “costurado” não resistiu à presença da alimentação e se rompeu, levando-a para um estado de grande preocupação! Encaminhada às pressas para o hospital constatou-se paralisação de diversos órgãos e infecção generalizada, devido ao rompimento do estômago, no exato local da cirurgia. Pergunta-se então: será que se esta mulher não tivesse se submetido à operação ainda estaria viva, mesmo acima do peso?
Mas também há pessoas que passam por doenças extremamente perigosas e escapam, continuam a viver, como explicar tal fato? É uma questão Divina, ou varia de organismo, ou ainda de cuidados médicos?
Talvez, somente a partir do momento em cada um de nós morrermos teremos à disposição todas estas e muitas outras perguntas respondidas e esclarecidas!
Mas aí não haverá divulgação e somente cada um de nós terá saciada esta curiosidade, que nos faz diferentes dos demais seres vivos (até onde eu penso)!

JaloNunes.

sexta-feira, 18 de outubro de 2013

'Cadê' o amor?



E
 onde está o amor para com o próximo? Nossa! Se o amor era homogêneo e dependente, hoje ele está mais misturado a outros sentimentos e ações do que nunca e precisa de mais influências do que antigamente! Necessita de um apoio, de um “papel bem valorizado”, de uma vantagem futuramente...
Na maioria das vezes, aqueles que querem ajudar espontaneamente e sem serem influenciados são impedidos, pois estes buscam apenas ajudar a quem precisa, não primeiramente, como fazem os demais, doarem aos que já têm e remediar aos ignorantes, aos que não andam com as próprias pernas como os “defensores” proclamam!
Falei de não se ajudar verbalmente e sim com ações. Pode até haver equívoco nesta afirmação, mas não, em se tratando de quem receberá esta ajuda. Realmente, às vezes, um apoio verbal verdadeiro pode mudar a realidade de alguém, porém, se tratando da miserabilidade que já vem há tempos e não há amenizações satisfatórias, o verbalismo perdeu seu poder coercitivo, conscientizador, estimulante, esperançoso, pois este “verbalismo defensor” tornou-se comum nos discursos de qualquer um, ou até de ‘figuras importantes’, todavia, o que fez o “verbalismo defensor” perder sua "credibilidade" (que nunca foi plena, logo inexistiu, de fato) foi o caráter mal-intencionado que abocanhou para si ("ganhou" este “reforço” ao longo de suas difusões sem a pretensão de efetivar o que se diz, ou quando havia intenções verdadeiras não criavam-se caminhos e se existiam meios o privilegiado nem sempre era o mais necessitado).
 JaloNunes.

quarta-feira, 9 de outubro de 2013

A Política...



R
ealmente, a política é a pior das manifestações ditas democráticas, tendo em vista o alto teor de falsidades, sofismas, abundância de atos de corrupção que apresenta, além do "des-compromisso" com projetos anteriormente defendidos[1]...

JaloNunes


[1] O ser humano só ainda não se livrou da política, porque, infelizmente ainda depende dela para manter a convivência social “em ordem” e, também e essencialmente, porque quem faz a política são os poderosos e esta os torna ainda mais potentes, algo inigualável n'outros estágios de possíveis poderes. Como se diz: ninguém quer deixar a “mamada”.

sexta-feira, 4 de outubro de 2013

A memória



A
 memória, de certa forma, precisa de influências para se manter eficiente. Necessita de manutenção periodicamente, ao menos que seja, entendida e incorporada no cérebro como informação permanente, algo que jamais quer se perder. Os dados postos na memória são extremamente vulneráveis a retirada ou substituição, enquanto que para inseri-los é bem mais difícil e requer ainda mais esforço e vontade (ou seria o inverso?). É por isso que os políticos, às vezes “se passam” no que corresponde a garantia de obtenção dos votos dos moradores de sua respectiva localidade, até dos amigos e parentes.  No que diz respeito a “doação” do voto em troca de vantagens e melhorias tanto individuais quanto coletivas, a memória é curta! Às vezes, torna-se mais vantajoso e viável para o político "re-obter" e garantir os votos dos seus próximos do que os abandonar e buscar novos eleitores, pois os mais garantidos de princípio podem se tornar os mais incertos e duvidosos na hora da decisão!
O "mata-mata" da realidade descontrolada e desvirtuada infecta a todos sem exceção, de modo que, o prejuízo de um indivíduo, que representa uma fonte de possíveis recursos para um país, reflete na vida de um pobre indivíduo, literalmente, e que a principio não tinha nada a ver com aquele grande empreendedor, por exemplo (e o que é que isso tem a ver com memória?).

JaloNunes.