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terça-feira, 22 de outubro de 2013

O dia da Morte



À
s vezes, a vida nos prega algumas peças que nos fazem refletir sobre a morte. Seria mesmo uma fase já predestinada pelo Criador e que, não importa o que se faça só morreremos quando chegar o dia? Ou, mesmo com esta ideia já impregnada em nossa mente poderemos nos livrar dela e imaginar a vida como uma continuação que depende mais de nós do que mesmo Daquele que nos “sustenta”?
Diante destes questionamentos nos resta exemplificar certos casos, que nos fazem refletir sobre este assunto. Imaginemos (suponhamos) uma pessoa com aproximadamente 48 anos de idade, uma mulher e que, diante de uma balança treme por estar acima do peso. Esta é influenciada por todos os campos da sociedade, desde seu parente, passando por seu vizinho, se estendendo pela cidade e assim sucessivamente até um conceito geral e global, que a induz a buscar uma forma de manequim de mulher (para substituir sua estrutura "adquirida"), mais que isso, de mulher brasileira, de corpo bonito, saudável e que acompanhe as tendências do mercado, da moda ou mesmo daquele mercado de modo geral que nos oferece de tudo e também nos arranca tudo, até a vitalidade espontânea!
Bem, esta mulher talvez não tenha parado para pensar até quando viveria...
Uma opção ótima oferecida pela medicina para ajudar uma pessoa a emagrecer, para ficar em forma ou de bem com a saúde e a auto-estima é a redução de estômago, dentre outros meios e formas de dietas alimentares...
Sem pensar muito essa mulher resolve se submeter a esta operação, pois ela tem condições de custear tal procedimento, trata-se de uma pessoa bastante ligada a um grupo político, diga-se de passagem, poderoso. Então, tudo é efetivado e o médico recomenda com extrema responsabilidade que ela terá que fazer uma dieta muito forte e rigorosa, pois, evidentemente seu estômago passará a ser reduzido através de uma cirurgia. Além disso, é preciso que ela tenha bastante cuidado, responsabilidade e consciência, uma vez que, seu estômago terá uma parte suprimida, mas sua mente, isto é, a ânsia de comer e os hábitos alimentares permaneceriam os mesmos...
Ninguém saberá dizer até quando ela viveria, se mantendo acima do peso, como normalmente o era! Os médicos, evidentemente diriam que sua vida seria mais curta, por estar acima do peso, o que acarretaria várias doenças. Como assim? Se entendemos que Deus já predestinaria uma pessoa a viver certos anos, qualquer que fosse seu peso seria fator irrelevante e essa pessoa viveria, bem ou mal até chegar tal dia! Mas, por outro lado, os médicos diriam que se ela emagrecesse, fosse por meio de um regime ou de uma cirurgia, ela teria uma vida mais longa e saudável. Porém, como explicar isso, se o dia da morte já está marcado e “carimbado”?
Mas a tal mulher fez, de fato, a cirurgia e, infelizmente não cumpriu a risca as ordens em relação à alimentação moderada e controlada para não haver grandes danos, pós-operatórios. Certo dia, cerca de 18 meses depois da operação ela teve uma reação muito forte, por ter exagerado na alimentação. Aquele estômago reduzido e “costurado” não resistiu à presença da alimentação e se rompeu, levando-a para um estado de grande preocupação! Encaminhada às pressas para o hospital constatou-se paralisação de diversos órgãos e infecção generalizada, devido ao rompimento do estômago, no exato local da cirurgia. Pergunta-se então: será que se esta mulher não tivesse se submetido à operação ainda estaria viva, mesmo acima do peso?
Mas também há pessoas que passam por doenças extremamente perigosas e escapam, continuam a viver, como explicar tal fato? É uma questão Divina, ou varia de organismo, ou ainda de cuidados médicos?
Talvez, somente a partir do momento em cada um de nós morrermos teremos à disposição todas estas e muitas outras perguntas respondidas e esclarecidas!
Mas aí não haverá divulgação e somente cada um de nós terá saciada esta curiosidade, que nos faz diferentes dos demais seres vivos (até onde eu penso)!

JaloNunes.

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