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segunda-feira, 18 de novembro de 2013

A Palavra é o Poder!


A
gora eu me pergunto: aonde o homem quer chegar com tanta correria? Porque a perfeição é impossível! A imperfeição já lhe é própria desde o princípio! A destruição há muito tempo ele conquistou e ele a pratica, até a extinção é frequentemente usada (já é conquista). A não ser a perfeição da linguagem? Impossível! Esta nunca foi prefeita e tende a jamais ser. Pois a linguagem é instrumento de engano, de massacre frequente. A linguagem de hoje, quando é difundida já trás consigo, de antemão, a possível mentira, o engano, a dúvida, a safadeza para não dizer o silogismo. Os que usam a linguagem como instrumento para serem agraciados e conquistarem, só a expõem após vários pormenores, para quando externalizarem suas profecias, elas, já estejam bem apoiadas e tragam o mínimo de dúvida e pareça a mais verdadeira possível.
Há muito tempo a linguagem não é a maior conquista e maravilha do homem (sequer existe algo assim). A linguagem dos animais é bem mais coerente, compreendida e pura, porque é verdadeira sempre. O animal, não mente descaradamente, só se comunica por “sentimento”, necessidade, instinto! Ao contrário do homem que fala tantas mentiras que às vezes fica admirado por os outros terem “acreditado e dado crédito” ao que ele acabou de dizer. Não que o receptor seja um completo burro, a verdade é que ele não lê a mente e o coração do semelhante...
A linguagem, muitas vezes, é o símbolo vivo da exploração efetiva e desonesta sobre os mais fracos e menos assistidos. Não que o mais poderoso tenha o privilégio exclusivo da linguagem e o “impotente” não o tenha. Essa superioridade, essa distinção, ocorre no jeito como ela foi adquirida e na forma como ela foi aperfeiçoada e especializada para dominar o que não teve acesso a ela por completo, mas sim precariamente e não a tem como instrumento de se dar bem sobre o outro ou dominar o outro, mas apenas, de comunicar-se. Logo, o que difere essencialmente é a forma como ela é usada, a intenção de criar a expectativa sem realmente pretender, verdadeiramente, executar o que foi falado através das palavras.

JaloNunes.

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