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domingo, 3 de novembro de 2013

Nós somos Animais?



O
s animais servem muito mais ao homem do que mesmo homens para com homens. Vejam o Urubu, animal compreendido como nojento, feio, mas de uma importância extrema para a vida na terra, levando-se em conta sua habilidade de absorver, consumir restos de outros animais em estado de putrefação, caso contrário, ficariam a esmo, poluindo ainda mais todo o ambiente.
Os animais se respeitam, tanto os membros de uma mesma espécie quanto entre espécies diferentes. Até o urubu, que come de tudo em estado de putrefação respeita seu semelhante e não o toca quando algum deles morre, seja por qualquer motivo. Mas o homem não respeita a si mesmo e muito menos ao seu semelhante, pior, quando o ser humano intitula-se e apossa-se de certos dotes, de certos estágios de poder, sendo o cúmulo quando se intitula de ser político, assumindo assim uma “maledicência”, um cinismo e uma irresponsabilidade que já era a ele inerente (porém, seu uso seria desnecessário, caso quisesse viver em igualdade, em comunhão, em fraternidade, enfim, conviver)...
Observemos que os políticos não têm inimigos de oposição, nem aliados, mas sim, interesses próprios, em comum ou interesses incomuns, diferenciados. Tanto é que, a contenda política termina quando há um eleito e daí em diante acalmam-se os ânimos.
Por grande parte do mandato o Legislativo não trabalha e o Judiciário também não, (para verificar, fiscalizar o governo e expor para a população todas as conclusões obtidas), porém, às vésperas da eleição começa literalmente o antropofagismo: são detectados inúmeros erros e corrupções de todos os tipos, os aliados tornam-se os inimigos e as inversões de papéis são como troca de roupas.
O urubu, até ele, sai privilegiado na sua conduta de vida, se comparado ao homem e especialmente, se comparado ao homem político (o politiqueiro).

JaloNunes.

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