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segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

Evolução [apenas] em Teoria



A
 Teoria da Evolução, já não mais procede, isto é, não surte efeito. Quem diria que um licenciado em Filosofia e bacharel em Serviço Social tomaria tal atitude? Mesmo que, para depois, ler e re-ler sem o intuito de proclamar, pois para isso é preciso bem mais que talento de escrever, mas sim “peito” e conhecimento suficiente para aguentar as questões dos “conhecedores”, não que o referido escritor não tenha estas atitudes e qualidades, isto é uma conclusão a priori, pois só o tempo dirá quão grande é sua força de expressão e exposição (deste humilde que se inscreve neste texto).
      Tomaremos como exemplo, dois animais (quadrúpedes), também bastante exemplificados no conteúdo da referida teoria e em todos os autores que dela se utilizam para reforçá-la ou refutá-la.
Não farei nem uma nem outra ação, pois para refutar é preciso posteriormente propor. Então, o que farei é Desabafar, até porque este é, aparentemente, em teoria, o objetivo[2] que permeia todo este texto, esta escrita.
Usaremos, então, a girafa e o chimpanzé (de um modo geral o macaco) como exemplos para a frase que abre o desfecho deste assunto.
Se a girafa adquiriu, a partir do processo de evolução aquele enorme pescoço, uma vez que, a falta de alimento rasteiro acabara e então ela adaptou (muitíssimo lentamente) tal pescoço para alcançar as folhagens das árvores altas, por que então, isto não ocorrera com outros animais? Delimitemos ainda mais: por que não com todos os animais herbívoros e seus “parentes”? Fica claro que, sem dúvida, a evolução fora seletiva, mas é impressionante tal seleção!
Imaginemos então, que, na mesma época conviviam a girafa e a vaca, ambas começaram a sofrer com a falta de alimentação ao alcance de suas possibilidades, porém, a girafa “notou” a presença de folhagens nas árvores e com um esforço extremo e com muito tempo de sacrifício, conseguiu alongar seu pescoço na medida a alcançar aquela fonte de alimentação. Por que então a vaca não realizou tal processo de modificação não só de caráter genótipo, como também 'fenoticamente'? E mais, já que não realizou tal façanha, isto é, auto - adaptou-se como a girafa, deveria ter sido extinta. Isto é óbvio, se partirmos da ideia que, os que evoluíram estão conservados, ou seja, suas espécies não pereceram e os que não conseguiram foram extintos, haja vista a grande quantidade de supostos fósseis que provam a extinção de várias espécies que não mais existem no convívio animalesco.
Será que toda aquela fonte de alimento nas alturas (nas árvores) teve mesmo a potência de esperar que uma girafa esticasse seu pescoço até conseguir alcançar as folhas? Isto intriga porque, assim como os animais sofreram com as mudanças climáticas e muito mais, então, as árvores, obviamente sofreram também bastante, a ponto de (muitas delas), não resistirem e também serem extintas.
No caso do macaco é um pouco mais desagradável, afinal trata-se, segundo a teoria, do nosso “antecessor – originador” [3].
Mas, se o macaco fora capaz de, no decorrer de milhões de anos e de extremas metamorfoses dar origem ao homem, em síntese, transformar-se em ser humano pensante, por que então não continua a realizar tal façanha? Uma vez que, os macacos continuam aí, “a torto e a direito”, os tempos passam do mesmo jeito, as condições são, na medida do possível, favoráveis, então o que os torna incapazes (somente agora) de continuar tal ação que levou a este ser 'tão especial' que é o ser humano?
Para que tal teoria fosse realmente válida e simplesmente justificável, verdadeira, teria que, no decorrer dos tempos outros macacos irem se transformando em homens.
Há de se falar que os tempos eram diferentes e que, o propósito já fora alcançado - chegar ao homem numa evolução quase perfeita - mas quem disse aos macacos que o homem e a mulher eram seu estágio último de evolução e que deveriam parar por ai? E ainda, se hoje em dia existem vários macacos do mesmo jeito de antigamente, por que eles não evoluem como os seus antepassados, chegando a serem seres humanos? Não aos nossos olhos, devido ao tempo alongado, mas ao menos, ao alcance de nossos registros confiáveis! Perderam a capacidade? Ora, agora é que deveriam estar mais ágeis neste processo e mais habituados!
Porque, a milhões de anos o ser humano “conheceu” o “seu antecessor – originador” e, de lá para cá, nenhum outro evoluiu, isto é, conseguiu chegar à esfera do humano. Isto não é estranho? Como confiar numa teoria que relata uma realidade longe dos nossos olhos e até de nossa compreensão, a mais simples que for, pois tudo aquilo que se transforma, evolui num determinado tempo e estágio, deveria realizar tal atividade em qualquer época ou local...


[2] Talvez, o objetivo deste texto, seja o maior segredo, aquilo que nem mesmo o escritor sabe o que é e, torcerei para que no final tenha encontrado este objetivo imaterial (ainda), até no raciocínio.
[3] Na verdade, a palavra originador não faz parte do vocabulário da referida teoria, deixemos claro que esta é uma atribuição de caráter pessoal.

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