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quarta-feira, 18 de junho de 2014

Copa do Mundo - Brasil 2014: Espanha

V
endo os jogos realizados pela Espanha, ficou uma certeza: favoritismo é uma coisa, fazer-se vitorioso em campo é outra, mais árdua!
Acho que desde a derrota no primeiro jogo contra a Holanda, até este último, contra o Chile (e as duas derrotas seguidas), faltou a Espanha conseguir exercer a motivação. De acordo com o Dicionário da Língua Portuguesa, motivação é: "1. ação ou efeito de motivar; 2. exposição de motivos; 3. conjunto de fatores que interagem para determinar a conduta de uma pessoa" (XIMENES, 2001, p. 599). Na primeira partida, a Holanda definitivamente expôs os motivos de ir para cima da Espanha, não tomar conhecimento do seu favoritismo e da condição de atual campeã mundial, afinal a Holanda precisava se refazer de ter sido castigada com mais um vice-campeonato, há quatro anos, ao perder para a Espanha.
Quanto ao Chile, seu técnico em entrevista coletiva, havia dito que a seleção chilena estava preparada para mandar a Espanha de volta para casa: o recado foi dado! Tratou-se de uma fala que poderia ter despertado na seleção espanhola um efeito propício para a motivação, mas isso não ocorreu!
Aliado a esta falta de motivação, por parte da Espanha, também inexistiu o poder de reação, enquanto "ação em resposta e em sentido oposto a outra" (XIMENES, 2001, p. 732).
Insisto nessas questões porque é certo que a seleção espanhola teria time para estar entre, pelo menos, as quatro primeiras colocadas, ao término do Mundial.
JaloNunes.

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