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quarta-feira, 18 de novembro de 2015

O Incerto Futuro da "Seleção Brasileira" de Futebol


Obs. escrevo este texto apenas porque o Brasil venceu ontem a Seleção de Futebol do Peru, pelo placar de 3x 0. Se não fosse isso...
Levando em conta que nesta Eliminatória para a Copa do Mundo de 2018 (Rússia), o Brasil venceu apenas a Seleção da Venezuela e a Seleção do Peru (última e penúltima colocadas, respectivamente, na competição); e ao enfrentar a Argentina (sem Messi), conseguiu um milagroso empate e por fim, contra o Chile perdeu por 2 x 0, podemos adiantar que a “Seleção Brasileira” vem se arrastando, com grandes chances de ficar pelo meio do caminho, numa situação de verdadeira lástima!
Os próximos confrontos que ocorrerão em 2016 são contra:
Uruguai; Paraguai; Equador; Colômbia; Bolívia etc. ou seja, uma sequência de pelo menos 4 difíceis jogos para a “Seleção Brasileira”.
Cada vez que eu assisto algum jogo da “Nossa Seleção” eu me irrito ainda mais, especialmente ao ouvir determinados narradores e /ou repórteres, fiéis escudos de ferro de meia dúzia de jogadores medíocres, que na qualidade de jogadores são "ótimos astros". Ontem por exemplo, elevaram aos píncaros da beleza e da eficiência, os caríssimos jogadores Renato Augusto e Elias Mendes, porque um ou outro (não mais me recordo) é o melhor jogador do Campeonato Brasileiro; e são entrosados; e jogando juntos na “Seleção” eles fazem a diferença; e são ótimos; são elegantes; dominam o meio de campo; um deles faz gol; são jogadores do Corinthians (Campeão Brasileiro por antecipação, por causa da sua competência e porque “é o melhor time do mundo”)... Então, seria bem mais cômodo converter “Sport Club Corinthians” em “Seleção Brasileira”, afinal de contas, na real “Seleção” não temos uma Seleção, temos aquilo que é conveniente (seja por questões midiáticas, seja por questões capitalistas) para a Comissão Técnica. E o Corinthians, ao inverso, tem todo um time entrosado e multicampeão!
Mesmo assim, com todos esses elogios, Neymar Jr. ainda foi lembrado como o melhor jogador brasileiro em pleno exercício de suas funções (porém, não se sabe qual delas)... Errava um chute, era porque pegou mal na bola, ou ainda que a bola subiu muito. Convido esses medíocres sensacionalistas do futebol para conferirem a mim jogando uma pelada, aqui num fundo de quintal, quero ver eles vão dizer que “eu jogo mal” ou que a “culpa é da bola”!
Pra cima da gente...! Vir dizer que a seleção ainda é uma equipe em formação! Fala sério, o que isso? - Pelo amor de Deus, então, nesse caso o Dunga e a sua Comissão estão brincando de ser técnico, porque não acerta uma convocação, não escala um grupo competitivo, aguerrido, comprometido, competente e antes de tudo humilde nas atitudes e gigante nas ações, há anos!
Agora vai o prognóstico: esta seleção que aí está não tem competência para se classificar para a próxima Copa do Mundo (2018), e não é só porque se trata de um grupo estranho não, é também porque as demais seleções da América do Sul evoluíram... Só a nossa retroage e "cresce como rabo de cavalo"!
Agora, como eu não sou Mãe Dináh, pode ser que o Brasil se classifique para a próxima Copa do Mundo, porém será da forma mais inglória que possamos imaginar; aí meus amigos e minhas amigas, se preparem, que o Circo estará mais uma vez, Armado!
JaloNunes.
Imagem copiada de: escrevalolaescreva.blogspot.com
Imagem copiada de: estiloproprio.wordpress.com
Imagem copiada em: circuitomt.com.br

domingo, 15 de novembro de 2015

Flâmulas Destroçadas



A
s nações são como flâmulas
Ao céu, eretas e a tremular
Não se pode derrocar qualquer bandeira
Somente algumas delas têm alvos para mirar
O que possibilita serem feridas
Bem no meio do coração, ou em sua beira.

E quando um coração é atingido, ou a sua periferia...
Morrem mortais como se peneira o café
Jogando-se acima, os fracos são tomados pela tempestade
Os fortes mantêm-se agarrados ao chão, quase de pé
Muitas vezes um chão, usurpado...
Pela força desmedida, injusta e de ambiguidade!

Mas, como diz no ditado:
Às vezes se mira no que quer
E por meio de planos ideologicamente propensos
Acerta-se o que não quer...
E assim, bandeiras sem alvos nítidos são também crivadas
E a tempestade é a mesma, aquela mesma
O café não é... pode ser o feijão, o milho, a fava, o andu... cevadas...

É estranho, pois não se derramam lágrimas
Quando o vento arrasa, do oriente, os grãos
Todos os dias, flâmulas são metralhadas, arrastadas, rasgadas...
Quando não, derrubam-lhe os esteios, tiram-lhe as raízes, com as mãos
Por que só há choro, velas e flores ao ocidente?
Que tem seus grãos de especial?
O que difere uma gente de outra gente?
 JaloNunes.
Imagem copiada de: annagraziela.blogspot.com

terça-feira, 3 de novembro de 2015

2015: o dilema no Campeonato Brasileiro de Futebol e na Fórmula 1

Q
ual(is) semelhança(s) - em 2015 - entre o Campeonato Brasileiro e a Fórmula 1?
Em, resumo, ambas as competições foram debilmente excitantes!
Para começar, o Campeonato Brasileiro de Futebol, assim como a Fórmula 1 adotam o sistema de pontos corridos (sendo cada competição com a sua especificidade), que só causa excitação quando os envolvidos (times e carros, respectivamente) são competitivos. Este ano, no Campeonato Brasileiro, disparou o S. C. Corinthians a partir da 18ª rodada e na Fórmula 1 a equipe Mercedes lidera desde o início da temporada, já tendo garantido os títulos do Mundial por Equipes e do Mundial de Pilotos/Lewis Hamilton (três rodadas de antecedência para o término da competição) e com grandes chances de conquistar também o vice-campeonato de Pilotos com Nico Rosberg... aí ficou sem graça, ver os demais times correndo atrás da equipe do S. C. Corinthians, assim como ver os demais carros correrem atrás dos carros da equipe Mercedes... isso entediou a vida de brasileiros e brasileiras que apreciam pelo menos um ou ambos os esportes e que não simpatizam – nem com um, nem com o outro, cabeças das concernentes tabelas – e representam a maioria dos telespectadores e torcedores presentes.
A situação só mudava "efetivamente" quando virávamos a tabela do Campeonato Brasileiro ou o Calendário da Fórmula 1 de cabeça para baixo, nos quais, quase sempre figurou o Vasco da Gama e a Manor Marussia F1 Team, respectivamente... logo, restávamos verbalizar aquele estrofe de uma música famosa...
...No mais
Estou indo embora
No mais
Estou indo embora
No mais[1]...
Então meus amigos, se a coisa não engatar no próximo ano, isto é, se a competitividade não prevalecer entre todas as demais características de cada prova em questão, se preparem, porque sonhar vai pertencer a poucos e os poucos não são capazes de capitalizar um Campeonato de Futebol, nem um Campeonato de Carros, em nome da alienação ferrenha, quer seja, do violento apelo midiático...
JaloNunes.
Disponível em: www.meutimao.com.br
Disponível em: www.f1lat.com

[1] Chão de Giz (Zé Ramalho).