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quarta-feira, 19 de outubro de 2016

A interferência externa na arbitragem brasileira: Fluminense X Flamengo



S
e no futebol, se na arbitragem não pode ter interferência externa, então é uma solução cabível substituir os árbitros (a equipe de arbitragem) por uma espécie de arbitragem mecânica, robótica (na qual apenas um ser humano seria necessário, para operar um grande computador central, que gerenciaria a equipe técnico-mecânica de arbitragem). Isto por que o que mais há na decisão de uma arbitragem de futebol é a interferência externa.
Sabendo o que é interferência externa e tomando como exemplo o último jogo entre Fluminense e Flamengo (no qual o Flamengo venceu por 2 X 1), ocorrido no domingo anterior, válido pelo Campeonato Brasileiro 2016, o qual motiva este texto, destacamos:

Por interferência externa leia-se obtenção de informações por outra fonte que não a equipe de arbitragem (árbitro, bandeiras, assistentes posicionados atrás dos gols e quarto árbitro): o livro de regras não admite a influência de delegados das partidas ou de jornalistas em decisões de jogo. E, como se sabe, não é autorizado o uso da tecnologia (...). O Código Brasileiro de Justiça Desportiva (CBJD) impõe ao árbitro o dever de observar as regras da modalidade (art. 259). Caso contrário, resta caracterizado o chamado erro de direito. Quando devidamente comprovado, um erro de direito que altere o resultado de partida enseja sua anulação (art. 259, § 1º). Ele pode decorrer do desconhecimento ou da não aplicação de uma regra (...). Improvável pois a eficácia desta medida depende de provas inequívocas da interferência de elementos externos na decisão do árbitro. Provas do quilate, por exemplo, de uma confissão por parte do próprio juiz ou da transcrição do caso em súmula[1].

Isto ou aquilo ocorreu, portanto no jogo acima citado. Após o bandeirinha anular o que seria o 2º gol do Fluminense, por ter assinalado impedimento no ato do lance; e o juiz ter seguido a sua indicação, anulando o gol; os jogadores do Fluminense foram para cima do árbitro e o fizeram-no mudar de ideia; os jogadores do Flamengo, por sua vez, foram até o árbitro e o fizeram mudar de opinião novamente, anulando o gol, como no princípio da confusão! O que é tudo isto, senão interferência externa? Afinal, os jogadores estão além do quarteto de arbitragem e dos demais dirigentes. Portanto, da forma que está, este princípio não responde por determinadas demandas que podem ocorrer num jogo de futebol!
Grosso modo, há sim interferência externa maior do que aquela exercida pelas torcidas? Pois, há com clareza, a certeza de que as torcidas influenciam sobre as decisões da arbitragem, portanto, nenhum jogo de futebol no Brasil é passível de interferência externa; todo jogo de futebol é uma luta de forças que não está delimitada as quatro linhas do campo!

Para os demais clubes brasileiros que perderam algum jogo e se sentiram prejudicados, deixamos nossa sugestão: #ficaadica : recorram ao STJD, pois historicamente o Fluminense tem mostrado que é possível!
E o último pitaco é para o Mengão: quem venceu um, na competência do jogo eficiente, poderá vencer outro, de forma serena e empolgante! 
 JaloNunes.
Copiado de: Esportes
Copiado (editado) de: ESPN.com.br

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